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Exposições

Tudo o que existe, passa

Tudo o que existe, passa

A impermanência não é uma falha da natureza. É a sua lei mais precisa, o seu princípio mais honesto e, talvez, aquilo que a civilização humana tem levado mais tempo a aceitar.
Num mundo que construiu cidades para durar milénios, que erige monumentos contra o esquecimento e que acumula para além da necessidade, a natureza responde com uma silenciosa clareza: tudo muda, tudo passa, nada permanece na forma que tinha.
A folha que cai não é o fim de uma árvore, é a forma como ela aprende a recomeçar.
O rio que transborda não falha o seu leito, refaz-o.
A rocha que se desfaz em areia não morre, transforma-se.
Porque aceitar que tudo passa, não é render-se à perda.
É aprender, finalmente, a estar presente.

Luísa Spínola

24 JUN - 12 SET 2026

Indígena, Exótica, Invasora

Indígena, Exótica, Invasora

Indígena, Exótica, Invasora propõe uma reflexão sobre a paisagem como um campo de relações em constante transformação, onde natureza, cultura e história se entrelaçam. Tomando o arquipélago da Madeira como território de investigação, a exposição aborda as tensões entre espécies nativas, introduzidas e invasoras, questionando categorias que buscam fixar identidades no mundo vivo.

Adonis Galvão

30 ABR- 12 JUN 2026

o vale virado a sul

o vale virado a sul

Este projeto explora o impacto da migração no despovoamento e na desertificação do interior do país, em contraste com a concentração populacional nas grandes cidades e zonas litorais.
O trabalho reflete sobre o que é ser humano numa sociedade onde somos frequentemente condicionados a contrariar a nossa natureza. Questiona os motivos que nos levam a permanecer na azáfama da vida urbana e, em paralelo, a necessidade que muitos sentem de procurar soluções alternativas para problemas inerentes a esse modo de vida.

Cristiano Luís

06 MAR - 24 ABR 2026

imPERMANENTE

imPERMANENTE

A artista plástica Hanamaro Chaki, nascida em Tóquio, ao viver em diferentes países como Japão, Inglaterra, Espanha, México e, desde 2015, na ilha da Madeira, desenvolveu uma rica experiência cultural que se reflete no seu trabalho artístico.
Trabalha principalmente com desenho e pintura, a sua obra é uma expressão do seu mundo interior, emoções ocultas e sonhos.
"As coisas têm muitas faces, e consoante o ângulo ou o momento em que as vemos, podem revelar cores totalmente distintas. O mesmo acontece com os meus próprios desenhos: ao revê-los em diferentes instantes, aquilo que sinto diante deles muda."

Freddy Ferreira César

05 DEZ - 21 FEV 2025/2026

vozes do invisível

vozes do invisível

A artista plástica Hanamaro Chaki, nascida em Tóquio, ao viver em diferentes países como Japão, Inglaterra, Espanha, México e, desde 2015, na ilha da Madeira, desenvolveu uma rica experiência cultural que se reflete no seu trabalho artístico.
Trabalha principalmente com desenho e pintura, a sua obra é uma expressão do seu mundo interior, emoções ocultas e sonhos.
"As coisas têm muitas faces, e consoante o ângulo ou o momento em que as vemos, podem revelar cores totalmente distintas. O mesmo acontece com os meus próprios desenhos: ao revê-los em diferentes instantes, aquilo que sinto diante deles muda."

Hanamaro Chaki

19 SET- 29 NOV 2025

I CAN SEA

I CAN SEA

A exposição "I CAN SEA | Ver o Mar, Viver o Mar" é mais do que uma mostra de paisagens marítimas; propõe uma jornada que vai da simples contemplação à ligação profunda e consciente com o oceano. O título, que joga com a sonoridade de "ver" (to see) e "mar" (sea), capta precisamente essa transição da observação para a ação e a experiência consciente, sugerindo que o "mar" se torna verbo — uma forma de estar no mundo.
"I CAN SEA | Ver o Mar, Viver o Mar" é um convite à consciência ambiental e à mudança da nossa relação com o mar: de uma postura exploratória para uma de conhecimento, respeito e responsabilidade. Ao documentar estes momentos, a exposição assume-se também como um registo visual para o futuro dos nossos espaços azuis.

Lina Alves

20 JUN - 13 SET 2025

flor d'alma

flor d'alma

Trata-se de uma exposição de desenhos científicos de plantas e flores endémicas e exóticas da ilha da Madeira.
A artista refere na folha de sala da exposição: "Flores no papel com forma e cor, luz e sombra, essências da ilha e de outras geografias. Elas inspiram-me pelo seu esplendor e beleza!"
Nas palavras da ilustradora "FLOR D'ALMA, é uma homenagem a todas as pessoas que, considero jardineiras/os d'Alma, que amam cuidar da natureza e anseiam pelo seu sorriso através das flores."
Muitas das pinturas patentes foram criadas de propósito para esta exposição. As obras são, maioritariamente, em técnica da aguarela, sendo algumas a lápis de cor.

Elisabete Henriques

02 MAI - 14 JUN 2025

excertos vidas passadas, memórias presentes

excertos vidas passadas, memórias presentes

“EXCERTOS – Vidas Passadas, Memórias Presentes” é um projeto de recolha, registo e divulgação cultural do património material e imaterial do Caniçal.
Com esta iniciativa, a “Filha do Barqueiro – Associação de Tradições e Folclore do Caniçal” pretende mostrar retalhos do modo de vida dos seus conterrâneos, ao longo dos tempos. Deste modo, de uma forma sucinta e motivante é possível inteirar-se de experiências de vida inimagináveis mas, em alguns aspetos, comuns ao quotidiano em muitos outros cantos da ilha.
Sendo o Caniçal uma localidade piscatória, muitos destes relatos referem-se ao mar, às aventuras e desventuras de outros tempos.
Este trabalho foi inaugurado em meados de julho de 2024, no Caniçal e, no decorrer de 2025, estará patente em diversas galerias e espaços públicos.

Filha do Barqueiro

12 MAI - 31 MAI 2025

bioformismo

bioformismo

Trata-se da sua primeira grande exposição individual na Madeira e inspira-se na natureza, nas suas plantas e formas orgânicas. A sua formação inicial em arquitetura deu-lhe uma visão mais depurada e atenta ao lugar, ao que a rodeia, lendo as formas e reduzindo-as ao essencial, à pureza poética da natureza.

Claúdia Teixeira

21 FEV - 26 ABR 2025

os "nossos" brinquedos

os "nossos" brinquedos

"A exposição os 'nossos' brinquedos, é uma coleção particular de brinquedos antigos colecionados ao longo de 25 anos. Esta recolha é uma junção de brinquedos portugueses antigos, os quais fizeram parte da minha infância, da infância dos meus irmãos e de muitos outros durante as décadas de 70, 80 e 90 do século XX. A exposição é um reviver de uma infância, onde o valor do brinquedo era muito sentimental. Não era apenas mais um brinquedo, mas sim, o 'nosso' brinquedo de Natal. A espera pela Noite de Natal, o colocar o sapatinho na 'lareira', para depois no dia seguinte acordar com um brinquedo era uma alegria imensa." - Nelson Ferreira

Nelson Ferreira

10 JAN - 15 FEV 2025

ATLAS DO PLANEAMENTO

ATLAS DO PLANEAMENTO

Esta é uma exposição-investigação sobre o planeamento urbano das cidades e vilas do arquipélago da Madeira, onde são desvendados planos e projectos desenvolvidos para os concelhos da região. Esta mostra reúne cerca de 80 planos anteriores ao primeiro plano director municipal de cada município.
A documentação provém de 11 fontes arquivísticas.

Pedro Gonçalves

06 DEZ -15 FEV 2024/2025

what is watt?

what is watt?

What is Watt? É um projeto artístico interdisciplinar que, desde 2001, reúne um grupo de artistas com o intuito de desenvolverem diversas obras, através de múltiplos usos dos recursos tecnológicos existentes. Fundado por Silvestre Pestana, Celeste Cerqueira e António Dantas, o projeto teve na sua génese a promoção do encontro entre as linguagens da videoarte das diferentes culturas, propondo uma reflexão e um pensamento audiovisual, bem como a divulgação e assimilação de experiências, métodos e saberes para a potenciação das relações pensamento-ação e criatividade-inovação.
What is Watt? Pretende alcançar dois principais vetores: por um lado firmar a herança criativa com forte cunho madeirense no campo dos novos media e da poesia experimental, e por outro, oferecer ao público a oportunidade de redescoberta do projeto que já celebrou mais de 20 anos, através do estabelecimento de uma nova exposição itinerante.

Apca Madeira

20 SET - 30 NOV 2024

António Nelos - a imagem reinventada

António Nelos - a imagem reinventada

António Vasconcelos (Nelos) nasceu em Santa Cruz, em 1949, e aí passou a sua infância. A ida para o Liceu Nacional do Funchal, onde prossegui os estudos secundários, deu-lhe a oportunidade de contactar com o círculo de António Aragão. Expôs pela primeira vez em 1966. Nelos praticava uma pintura despojada de pendor surrealizante, que lhe valeu um 2º prémio de pintura.
Devido ao ostracismo da ditadura vigente vai auto exilar-se em Bruxelas, de 1971 a 1976, regressando depois à Madeira e a Lisboa onde conclui os estudos superiores em Artes Plásticas, no Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira, e Design de Comunicação, na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Depois vai fixar-se em Setúbal, onde exerceu funções docentes.
Vai enveredar pela experimentação no campo da poesia visual da electrografia e da arte postal, fruto da convivência com António Aragão.
Participou, por vezes também como organizador, em numerosas e relevantes exposições em Portugal e no estrangeiro.
Faleceu em 2018. Deixou-nos, através do seu trabalho artístico, um rasto de espírito crítico, irreverência, humor para a qual esta exposição, agendada par o dia 21 de Junho, por altura das Festas do Concelho, pretende ser uma singela homenagem a este filho da terra, chamando a atenção e dando a conhecer, ao público em geral, o trabalho deste importante autor que está algo esquecido.

Prof.ª Doutora Isabel Santa Clara

21 JUN - 07 SET 2024

brevissimo tratado do arranjo floral

brevissimo tratado do arranjo floral

A iniciativa reconhece que celebrar a flor na Madeira vai além da mera apreciação estética. O cerne da exposição é abrir caminhos para várias abordagens, incluindo aspetos festivos, botânicos e etnobotânicos no uso das flores. Concentra-se no uso de contentores/vasos artísticos para flores, procurando uma interpretação mais universal da construção plástica com elementos naturais para diversos fins. Estabelece conexões mais amplas em diferentes contextos, seja na arte, na celebração cultural ou na expressão individual.
Três artistas plásticos madeirenses, João Pedro Vieira, José Manuel Gomes e Patrícia Sumares, foram convidados para explorar a cerâmica artística e criar uma variedade de vasos, fundamentais para as composições florais., com a curadoria de Martinho Mendes.

João Pedro Vieira

José Manuel Gomes

Patrícia Sumares

03 MAI - 15 JUN 2024

celebração Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha

celebração Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha

A exposição celebra o 75º Aniversário do Grupo de Folclore da Casa do Povo da Camacha, que é o mais antigo grupo de Folclore da Madeira, fundado em 1948.
A exposição apresenta fotografias de Georgina Abreu, e tem a curadoria e direção artística, de Elisa Freitas e Cristiana Sousa.
Trata-se de uma exposição não apenas de fotografia, mas também documental, deste icónico grupo de folclore que é uma marca na etnografia no concelho e na região. É uma mostra com um olhar contemporâneo sobre a tradição, o património etnográfico e a antropologia cultural da Camacha.

Georgina Abreu

15 FEV - 27 ABR 2024

Luck

Luck

Exposição de Fotografia do quotidiano. Um olhar atento e irónico sobre a vida.

Pedro Sousa

15 SET - 25 NOV 2023

Artwalk

Artwalk

“Escultor. Autor de diversa obra gráfica e fotográfica publicada, efetuou trabalhos nas mais diversas áreas da escultura, fotografia, explorando também os campos do desenho e do grafismo por computador.”
São estas as breves linhas de apresentação que, habitualmente, Maurício Fernandes reservava sobre a sua própria atividade artística, enquanto síntese possível do que se constrói em torno de múltiplas frentes e dedicações.
Nas décadas de 80 e 90, foi nota biográfica constante, crescendo nos catálogos das diversas exposições de apresentação do seu trabalho, frequentemente, em espaço coletivo e em labor de uma diversidade de domínio tecno - formal, sempre em permanente construção.
Por isso, é na via do ensaio de novos recursos, seguindo uma certa interação entre forma e resultado de pleno visual e gráfico, que se enquadra a obra de Maurício Fernandes. Opera a dimensão plástica
a partir de uma latitude gráfica de formas, ritmos, cores e superfícies. A gura humana ainda é o centro geostático do processo, em que a linha ganha um sentido académico original mas sem entregar qualquer enfase temática aos modelos de recurso. A razão funciona aqui, apenas, como fundamento de harmonia estética, essencial à construção gráfica e recuperando do sentido plástico a ambivalência entre formalidade e informalidade.
Quer partindo do desenho, quer igualmente recorrendo a processos preparatórios, como a manipulação xerográfica, técnica que lhe ficou das práticas criativas já em uso na década de 70. Maurício Fernandes desenvolveu linhas de um certo ecletismo criativo, estabelecendo em almejada coerência as guias reguladoras para o desempenho profissional enquanto professor, designer e artista.
Enquanto pioneiro no ensino do design, o escultor Maurício Fernandes é uma das referências para a análise do processo de desenvolvimento em meio académico e científico no domínio das Artes Plásticas e do Design. Celso Caires

Maurício Fernandes

23 JUN - 09 SET 2023

Estados de mudança

Estados de mudança

Esta instalação reflete os estados de mudança inerentes à natureza, esta que está em constante movimento nos momentos de sombra e de luz.
A sua importância e a sua presença em todos os seres, do microcosmo ao macrocosmo representa a transcendência na sua forma visível e material, ou seja, são os princípios herméticos a serem manifestados.
A beleza que está contida no solo, na base e na origem requer contemplação. A semente representa a origem, o ponto. É o início do ciclo de desenvolvimento. Dela surgem linhas que formarão bases sólidas, raízes que surgem no solo escuro, nas entranhas da terra, que permitirão a expansão da planta para o exterior, brotando em direção à luz.
Raízes são formadas garantindo que as formas de vida continuem ancoradas ao plano da matéria para que, ao serem elevadas pela luz expandam a sua própria essência.
A flor é o elemento principal e guarda em si mesma a essência daquele ser. No seu estado de mudança, a flor desencadeia uma variedade de formas e cores, remetendo o fruidor para um estado de contemplação e envolvência. A flor torna-se então um recetáculo de mensagem para o fruidor interagindo com os seus sentidos.
As plantas possuem um certo grau de consciência e reagem aos estímulos e às vibrações do ambiente por isso, é inerente à imagem um “estímulo” que gere uma mudança de forma subtil, através da presença do ser humano.
A utilização da luz na imagem impressa cria um elo entre o fruidor, atribuindo ao fruidor a capacidade de “iluminar” a própria imagem com a sua presença.
Qual é o nosso impacto na mudança inerente a cada ser? Conseguimos ajudar na expansão da sua consciência aceitando a mudança como algo natural e necessário na sua evolução? Qual a nossa perceção / consciência dos estados de mudança na nossa própria vida?
O processo de criação de cada peça representa um estado de mudança, onde a edição da imagem e do vídeo possibilitam uma transformação contínua, sendo a contemplação do fruidor parte dessa transformação.
Contemplar a beleza da mudança através dos nossos sentidos expande a nossa própria luz incentivando-nos na nossa própria mudança.

Tatiana Teixeira

28 ABR - 17 JUN 2023

franja

franja

Tiago Perestrelo, Madeira, estudou fotografia no Ar.Co. em Lisboa.
Expõe desde 2014, e o seu trabalho já foi selecionado para os Jovens Criadores e para a leitura de portfólios dos Encontros de Braga.
O seu projecto ‘Vimes’ foi exposto na CCSC em 2014.
‘Franja’ é o seu mais recente trabalho documental, e aborda a relação entre o urbanismo e a ruralidade.

Tiago Perestrelo

10 FEV - 22 ABR 2023

alinhar daninhas

alinhar daninhas

Para assinalar o aniversário da Casa da Cultura, no dia 6 de Dezembro, pelas 18 horas, inaugurar-se-á a exposição de pintura e cerâmica, intitulada "Alinhar daninhas" de autoria de Fátima Reis, uma artista de Lisboa com vasto trabalho a nível nacional.

Fátima Frade Reis

06 DEZ - 04 FEV 2022

LUÍS DA CONCEIÇÃO TEIXEIRA uma obra em suspenso

LUÍS DA CONCEIÇÃO TEIXEIRA uma obra em suspenso

Trata-se de uma exposição evocativa e documental sobre a obra do arquitecto do Movimento Moderno, Luís da Conceição Teixeira, nascido em em 1913 e falecido em 1984.
Este profissional madeirense formou-se na escola do Porto exercendo actividade na Madeira, produzindo muito trabalho para toda a ilha.
A exposição centra-se no seu trabalho desenvolvido para o Concelho de Santa Cruz, entre projectos públicos, privados e planos de urbanização, alguns levados à execução e outros que não passaram do papel.
Dos trabalhos executados destacamos a ampliação dos Paços do Concelho de Santa Cruz, classificado como Monumento Nacional, o Mercado Municipal de Santa Cruz, as Casas de Função do Tribunal Judicial de Santa Cruz, etc.

Pedro Gonçalves

23 SET - 26 NOV 2022

olhei - e finalmente vi

olhei - e finalmente vi

Exposição sobre fotografia de Moda

Georgina Abreu

24 JUN - 10 SET 2022

tinctorium

tinctorium

Quando estabeleci conexão no mundo vegetal, surgiu o interesse do estudo científico das plantas tintureiras existentes na ilha da Madeira, seu habitat, características, utilidades e aplicações. Desabrochou novos campos do saber que se tornaram, não apenas fontes de inspiração, mas também métodos de trabalho de investigação.
A relação entre o estudo realizado cientifico/investigação das plantas com as produções/ilustrações, ambos minuciosos e detalhados complementam-se surgindo um novo
conceito.

Andreia Nóbrega

29 ABR - 18 JUN 2022

don't waste time

don't waste time

Exposição de fotografia que aborda a natureza e a sustentabilidade.Cada minuto desperdiçado e cada recurso consumido sem necessidade representam oportunidades perdidas para construir um futuro mais sustentável. O tempo é um recurso finito, tal como os recursos do planeta; cuidar de ambos é uma forma de valorizar a vida.

Fedra Espigo Pinto

04 MAR - 22 ABR 2022

exposição c/título, curadoria e tudo

exposição c/título, curadoria e tudo

O título desta exposição funciona como um ente-conceito que sustenta intelectualmente um jogo estético-poético-retórico, assumidamente instalado no espaço artístico da Casa da Cultura de Santa Cruz.

Carlos Valente

06 DEZ - 26 FEV  2021/2022

um desejo inconcebível de abrir todas as portas

um desejo inconcebível de abrir todas as portas

O ano de 2021 assinala o centenário do nascimento de António Aragão, que estudou história, urbanismo, arqueologia e etnografia; envolveu-se com artes, ofícios e mediações; escreveu poesia, prosa e letras. Vamos celebrar, conhecer e dialogar, no Porto, no Funchal, na Calheta e em Santa Cruz, entre Julho e Setembro de 2021.
São marcas de multiplicidade na obra de António Aragão a profusão de géneros literários e artísticos praticados pelo autor — da pintura à poesia, passando pela escultura, ficção e teatro. São-no também a diversidade de formas por ele cultivadas — e expandidas — nos campos de cruzamento entre cada um desses mesmos géneros — o que se manifesta em trabalhos de poesia experimental e visual, pintura figurativa e não figurativa, eletrografia, livro de artista, performance, entre outros.
Curadoria de Bruno Ministro.

António Aragão

17 SET - 27 NOV 2021

delimitando estremas

delimitando estremas

A exposição Delimitando Extremas, de Helder Folgado, explora o conceito de "extrema" enquanto limite físico, territorial e simbólico. Através das obras apresentadas, o artista reflete sobre a relação entre paisagem, fronteira, identidade e memória, questionando a forma como os seres humanos definem e ocupam o espaço. A exposição convida o visitante a pensar nos limites visíveis e invisíveis que organizam o território e as relações entre as pessoas.

Hélder Folgado

09 JUL - 11 SET 2021

folium

folium

Mais do que uma exposição de fotografia, Folium propõe uma reflexão sobre a impermanência da natureza, a importância da sua preservação e a ligação entre tecnologia e ambiente. Evangelina demonstra que as ferramentas digitais podem servir para reforçar a sensibilidade ecológica, transformando elementos simples da paisagem em experiências visuais poéticas e imersivas. Esta preocupação com a natureza e a memória do território é uma característica constante da sua obra, retomada em exposições posteriores como … da luz natural.

Envagelina Sirgado de Sousa

15 MAI - 26 JUN 2021

abrutamente

abrutamente

A exposição "aBRUTAmente", da artista Cristiana de Sousa, conhecida pelo nome artístico Andorinha, explora a condição da mulher através da cultura e das lendas populares da Madeira. A mostra inspira-se no património cultural madeirense para refletir sobre papéis sociais, memórias, crenças e tradições, transformando esses elementos em obras de arte contemporânea

Andorinha

22 MAR - 08 MAI 2021

revoredo

revoredo

abertura da exposição REVOREDO, que decorrerá no próximo dia 18 de setembro de 2020 a partir das 18h00, ocasião que marcará a reabertura da Quinta do Revoredo após a intervenção de reabilitação do imóvel que decorreu nos últimos meses
nesta exposição colectiva inaugural participam 20 artistas que passaram pela Casa da Cultura de Santa Cruz | Quinta do Revoredo desde 2013: Alexandra Carvalho, Alice Sousa, António Rodrigues, Ângela Franco, Dina Pimenta, Eurico Santos, Evangelina Sousa, Fedra Espiga Pinto, Graça Berimbau, Helena Sousa, Lucília Monteiro, Mafalda Gonçalves, Martinho Mendes, Nelson Henriques, Paulo David, Sérgio BEJu, Rafaela Rodrigues, Sérgio Benedito, Teresa Jardim e Tiago Perestrelo

Colectiva

18 SET - 07 NOV 2020

ressonancia

ressonancia

A resistência e resiliência pós traumática.
As feridas visíveis que ficam para sempre
como marca registada.
A solidão como companhia.
A vontade de permanência como crença no
que falta vir para sentir.
O tempo visível que fica para além de nós
As árvores morrem de pé.

Fedra Espigo Pinto

22 JUN - 31 AGO 2019

da cor e da luz

da cor e da luz

Depois de uma pausa de dez anos a artista volta a fazer uma exposição individual. "Em 1984, iniciou uma investigação relacionada com a Síntese e Animação de imagem por computador e tem desenvolvido trabalhos de animação e de composição digital, outros de vocação interactiva. Converte desde logo a máquina fria e utilitária num mediador de emoções, numa lente decifradora do desconhecido, a par de uma diferente e mais sistematizada forma de pensar e manejar os recursos tecnológicos."

Envagelina Sirgado de Sousa

02 MAI - 15 JUN 2019

ano nível do olhar

ano nível do olhar

A Casa da Cultura de Santa Cruz| Quinta do Revoredo acolhe a exposição colectiva de cinco artistas Alice Sousa, Evangelina Sirgado, Graça Berimbau, Mafalda Gonçalves e Teresa Jardim , intitulada "Ao Nível do Olhar", que se inaugura no dia 08 de Março, Sexta-Feira, pelas 18 horas.
"Para além do plano individual de cada artista, esta exposição permitiu convocar e amplificar algumas questões inerentes ao acto de expor em grupo; questões que não se encerram no plano do visivo, das imagens plástico-artísticas, mas fazem do campo estético um espaço expandido, criativo, fruitivo, de franco exercício da sensibilidade e do pensamento."
Aproveitou-se o ensejo para fazer uma pequena homenagem à artista e docente universitária Guilhermina da Luz, recentemente falecida.

Colectiva

08 MAR - 27 ABR 2019

charles f. raleigh blandy

charles f. raleigh blandy

Fotografias de Charles F. Raleigh Blandy, a Ilha no Final do Séc.XIX. Este engenheiro naval, pintor e fotografo viveu grande parte da sua vida nesta Quinta do Revoredo.
As fotografias foram recolhidas no espólio da família Blandy, no acervo do Prof. Roberto Joaquim e de uma doadora anónima, que amavelmente as cederam, para tratamento e ampliação com vista a serem exibidas nesta pequena e modesta exposição, que constitui um exíguo, mas elucidativo, fragmento do vasto acervo do referido pintor/fotografo, pela primeira vez mostrado ao público, constituindo memória iconográfica e patrimonial de relevante importância.
Com esta exposição, na comemoração dos 25 anos da na Casa da Cultura de Santa Cruz/Quinta do Revoredo, as fotografias regressam a casa…

Equipa da Casa da Cultura de Santa Cruz

06 DEZ - 09 FEV 2019

Marca Santa Cruz

Marca Santa Cruz

Exposição de todas as propostas apresentadas ao Concurso 'Marca Santa Cruz', que a Câmara Municipal de Santa Cruz criou para o desenvolvimento da nova identidade gráfica e corporativa do Município.
O Concurso foi lançado em fevereiro, na sequência da proposta aprovada por unanimidade na Reunião de Câmara de 15 de Fevereiro e anúncio público a 22, com o período de entrega de propostas decorrido entre 1 de Março e 30 de abril do corrente ano de 2018.
O interesse e adesão ao concurso foram significativos, e ao Município chegaram um total de 25 propostas, das quais 22 foram validadas pelo Júri (tendo em conta o Normativo criado para o efeito). Destas, 6 foram selecionadas como finalistas / potenciais vencedoras e coube ao júri proceder a uma nova apreciação, de modo a que a proposta vencedora fosse encontrada em concordância com os pressupostos definidos. A apresentação pública dos resultados apurados pelo Júri teve lugar no dia 25 de Junho de 2018 no decurso da Sessão Solene do Dia do Concelho de Santa Cruz, que decorreu na Praça Dr. João Abel de Freitas, conforme previsto no Normativo que regulou todos os procedimentos deste concurso.

Victor Freitas

27 JUL 2018

1º Ciclo e CAO

1º Ciclo e CAO

O Serviço Educativo da Casa da Cultura de Santa Cruz | Quinta do Revoredo convida para a inauguração da EXPOSIÇÃO ESCOLAS DO 1º CICLO E CAO DO CONCELHO DE SANTA CRUZ que participaram na Exposição “Terra à Vista” – Semana Regional das Artes – 2018.
Projecto do Governo Regional da Madeira – Secretaria Regional de Educação/Direcção Regional de Educação, desenvolvido pela Direcção de Serviços de Educação Artística e Multimédia (DSEAM) – resultante das práticas artísticas preconizadas nas escolas da Região.

12 JUN - 04 AGO 2018

De Rerum Natura

De Rerum Natura

Sérgio Benedito
De Rerum Natura (Da natureza das coisas)
30 Cianotipias
(…)
Muda o tempo, com efeito, a maneira de ser do mundo todo,
e tudo tem de tomar um estado após outro,
nada permanece igual a si mesmo, tudo se altera,
tudo a natureza transforma e obriga a mudar.
Uma coisa, de facto, reduz-se a pó e enfraquece com a debilidade da velhice,
e logo outra coisa cresce em seu lugar e sai do esquecimento.
Assim, pois, o tempo muda a condição do mundo inteiro,
e um estado após outro da Terra se apodera,
de forma que aquilo que outrora pôde, agora já não pode,
E é capaz de gerar agora aquilo que antes não produzia.
Tito Lucrécio Caro: De Rerum Natura (I. a. C.)

Sérgio Benedito

22 JUN - 08 SET 2018

derrocada

derrocada

A exposição intitulada "Derrocada | Downfall", que se debruça sobre as ruínas do Convento da Piedade de Santa Cruz, depositadas no jardim desta Casa da Cultura de Santa Cruz, é, simultaneamente, um alerta para a preservação do Património, assim como para os vestígios arqueológicos, neste dia 18 de Abril, Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, este ano reforçado por se comemorar o Ano Europeu do Património Cultural.
A instalação põe em diálogo os vestígios arqueológicos do convento com as obras do artista plástico Martinho Mendes e com as fotografias do fotografo e cineasta polaco Michal Krenz.
Martinho Mendes vai combinar estas pedras com outras promovendo novas leituras, enquanto o realizador, que se interessa pelo processo de entropia e ruína, assim como pelas relações recíprocas da cultura imaterial e do património construído, vai apresentar algumas fotografias precisamente desta acção de desgaste e da relação entre a natureza e o homem.



Martinho Mendes e Michal Krenz

18 ABR - 16 JUN 2018

astroFotografia

astroFotografia

Astrofotografia é um tipo de fotografia especializada que envolve gravar imagens de corpos celestes e grandes áreas do céu nocturno, por longa exposição, usando uma capacidade que tanto os filmes quanto os sensores digitais têm de acumular fotões de luz em longos períodos de tempo.
Este ramo da fotografia, apesar de possuir um enfoque estético e artístico, muitas vezes contribui de forma valorosa com a ciência.
As fotografias aqui expostas são do fotografo amador Duarte Silva, natural de Gaula, que pertence à Associação de Astrónomos Amadores da Madeira, nascida em 2001.
Este aficionado e paciente fotografo do espaço celeste já foi distinguido pela NASA, e o seu entusiasmo fez com que adaptasse câmaras e telescópios para poder obter assim melhores fotografias.
Esta exposição insere-se no âmbito da "Hora do Planeta", evento que esta Casa da Cultura comemora, com o intuito de sensibilizar a população para as questões do meio ambiente e a, consequente, sustentabilidade do nosso planeta.



Duarte Silva

09 MAR - 14 ABR 2018

Corpo levantado

Corpo levantado

"Os movimentos nas LINHAS são trajetórias de pontos que bailam em espaços próprios, as FORMAS deixam-nos mensagens para vermos além dos contornos definidos ou não, os VOLUMES ficam-nos no olhar através da luz e sombra que os traços surpreendem, a TEXTURA está sempre lá, com as suas variações e focagens, a COR é limitada ou não conforme a visão de cada um, eu vejo as cores conforme a aparência das formas… tanto que se pode dizer…" Duarte Morgado

Paulo Sérgio BEJu

12 JAN - 24 FEV 2018

As casas de Alice

As casas de Alice

A exposição As Casas da Alice, da artista madeirense Alice Sousa, reúne pinturas que exploram o significado simbólico das casas como lugares de memória, identidade e afetos. As casas não são apresentadas apenas como edifícios, mas como espaços onde permanecem as recordações das pessoas que as habitaram, dos objetos do quotidiano e das histórias familiares.

Alice Sousa

22 SET - 11 NOV 2017

ex-voto

ex-voto

O projeto ex-voto pretende, em primeira instância, documentar uma tradição religiosa que, ao longo do tempo, tem vindo a perder-se. Os ex-votos integram um ritual antigo que expressa a fragilidade dos homens e a omnipresença de Deus, ecoando o sacrifício, a entrega de um pedaço de si mesmo como pagamento da retribuição da divindade. Este ato de fé materializa-se em diferentes formas que, tradicionalmente, seriam partes do corpo em madeira ou cera mas que rapidamente se expandiram para outras expressões como a roupa, objetos de pessoas, monumentos, fotografias, pinturas.
No trabalho aqui apresentado, a escolha centrou-se nos ex-votos de cera e nos ex-votos fotográficos, ambos representantes simbólicos da era da reprodutibilidade através do negativo ou molde que permitem a sua multiplicação. Deste modo, o estudo partiu de um questionamento prático da relação entre o humano e o divino através do corpo representado e aprofundou a função da fotografia como mediadora, não só da relação do crente com a representação do seu corpo - o seu lugar - mas também da relação entre o objeto - a representação - e o divino. Procura-se assim elaborar uma reflexão sobre o corpo contemporâneo, o corpo do ‘Eu’ e os seus simulacros através da problematização da necessidade que o Homem sempre demonstrou em representar-se, tanto na arte como na religião.
Lucília Monteiro

Lucília Monteiro

23 JUN -09 SET 2017

Mostra de Projetos e Trabalhos

Mostra de Projetos e Trabalhos

Encontro, entre as Escolas Básicas do 2º e 3º Ciclo do Concelho, na Casa da Cultura de Santa Cruz | Quinta do Revoredo a partir da Exposição| Mostra de projetos e trabalhos realizados pelos alunos no decorrente ano lectivo, 2016-2017, nas disciplinas e projetos do departamento de Expressões. Escola Básica do 2º e 3º Ciclo do Caniço, Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos Dr. Alfredo Ferreira Nóbrega Júnior e Escola Básica e Secundária de Santa Cruz.
A abertura da exposição | mostra terá lugar no dia 8 de Junho, às 15:15, em diferentes espaços da Casa, nomeadamente no jardim, salas de exposição e salas do Serviço Educativo, tendo como título casadaculturaescolassantacruz.

Escola Básica e Secundária de Santa Cruz

08 JUN - 26 JUN 2017

LINHA, das ideias aos sentidos

LINHA, das ideias aos sentidos

A exposição “LINHA, das ideias aos sentidos”, da artista plástica madeirense Dina Pimenta, reúne pinturas, esculturas e instalações produzidas ao longo de cerca de dez anos. A mostra explora a forma como uma ideia se transforma em experiência sensorial, convidando o visitante a observar, sentir e interpretar as obras para além da sua aparência.

Dina Pimenta

07 ABR - 16 JUN 2017

Habitat

Habitat

ALEXANDRA CARVALHO
Nasceu no mês de Março de 1970, em Machico.
Licenciada em Design / Projetação Gráfica pelo Instituto Superior de Arte e Design – Universidade da Madeira.
Expõe desde 1995.
Participou em exposições coletivas do ISAD, na Student International Art Bienal, skoppe – Macedónia (1995), no I Salão de Primavera, da galeria Inquisição (1998), na Instalação “ Galeria em Grande – Exposição Coletiva de Pequeno Formato “ (2001), na Exposição de pintura “ Voar com a imaginação “ no Museu da Eletricidade (2005).
Realizou exposições individuais, “ No Burburinho do Silêncio”, Espaço G&I (2006),
“ Retratos de família”, Galeria dos Prazeres” (2009), “ A Morada dos Sonhos”, Solar do Ribeirinho (2011).
Esta exposição contempla 21 pinturas em técnica de óleo sobre tela.

Alexandra Carvalho

13 JAN - 06 MAR 2017

Aguarela

Aguarela

Exposição de aguarelas de Eurico Santos
Nascido em 1978 é natural de Gaula.
No ano 2000 concluíu o Curso Artes Plásticas/ Escultura (ISAD/ Instituto Superior de Arte e Design/ Madeira ).
É docente há 15 anos na Região Autónoma da Madeira.
A presente mostra consiste em 50 pinturas a aguarela realizadas entre 2012/2016.
O conjunto destes trabalhos não segue um tema ou linguagem comum, são o resultado de experiências livres na procura de um processo criativo e de uma linguagem pessoal.

Eurico Santos

18 NOV - 06 JAN 2016/2017

Jornais da Autonomia

Jornais da Autonomia

Para comemorar as quatro décadas da autonomia a Casa da Cultura de Santa Cruz/Quinta do Revoredo solicitou ao Museu da Imprensa da Madeira a exposição temporária que reúne 40 jornais editados na Madeira entre 1976 e 2016, concretamente diários, semanários e mensários, bens culturais que reforçam a história da imprensa madeirense e dão testemunho deste direito a autogoverno com leis próprias que é a Autonomia.
A exposição já esteve patente ao público no Museu de Imprensa – Madeira entre 13 de abril e 30 de julho e na Assembleia Legislativa da Madeira entre 10 e 28 de outubro, e integra o programa das comemorações oficiais dos 40 anos da Autonomia.
O Museu de Imprensa – Madeira é propriedade da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, reúne cerca de quatro dezenas de máquinas e um considerável património histórico gráfico e tipográfico.
A exposição será inaugurada na Sala de Exposições do segundo piso, no dia 4 de Novembro, pelas 17 horas, com apresentação pelo Dr. Lourenço Freitas, Director do Museu da Imprensa da Madeira, e com uma palestra pelo Dr. Ricardo Vieira, deputado à Assembleia Legislativa Regional da Madeira.

Museu da Imprensa da Madeira

04 NOV - 24 NOV 2016

Traços de Histórias

Traços de Histórias

Inauguração da Exposição de Ilustração da autoria de Nelson Henriques. O artista já ilustrou mais de uma vintena de livros, entre os quais alguns da autoria das escritoras Maria Aurora e Graça Alves. Esta é a sua primeira exposição que faz uma retrospectiva do trabalho desenvolvido.

Nelson Henriques

16 SET - 12 NOV 2016

Inventário visual

Inventário visual

A Casa da Cultura de Santa Cruz/Quinta do Revoredo, inaugura, no próximo dia 24 de Junho, sexta-feira, pelas 18 horas, a exposição de fotografia, intitulada "Inventário Visual" de autoria do arquitecto Paulo David. O arquitecto, autor do edifício do Museu de Arte Contemporânea da Madeira-Casa das Mudas, foi um dos poucos profissionais mundiais, convidados para expor na consagrada Bienal de Arquitectura de Veneza, que neste momento decorre.
A exposição centra-se em fotografias, de pequeno formato, tiradas de telemóvel, hoje também um instrumento de trabalho e de captura, que "narram experimentações e memórias posteriormente integradas no imaginário criativo do processo de arquitectura".

Paulo David

24 JUN - 15 SET 2016

Abertura das comemorações do 25 de Abril

Abertura das comemorações do 25 de Abril

“Em Lisboa, enquanto estudante de escultura na Escola Superior de Belas Artes, frequentava também, semanalmente, o ateliê do professor escultor Lagoa Henriques, em Belém, onde colaborava em diferentes trabalhos ao nível da estatuária, e, simultaneamente, cumpria o serviço militar obrigatório, nos Serviços Mecanográficos do Exército, na Graça.
No percurso, quase diário, entre o Saldanha, onde residia, a Graça, a zona do Chiado, e Belém, passando obrigatoriamente pelo Rossio, foram inúmeros os apontamentos gráficos desenhados, bem como as centenas de fotografias a preto e branco, captadas quase sempre ao acaso, sem um objectivo determinado, que não fosse o de registar esses momentos ímpares de ação política e
social, particularmente nos últimos dias de abril, 1º de maio de 74, e de 75, vividos na primeira pessoa, por vezes de forma deslumbrada.”

António Rodrigues

 2016

O caminho de regresso para casa

O caminho de regresso para casa

A exposição ** O Caminho de Regresso a Casa **, da artista madeirense Ângela Franco, é uma reflexão sobre a memória, a identidade e a relação afetiva com o território da Madeira. Partindo das suas experiências pessoais e familiares, a artista explora a ideia de "casa" não apenas como um lugar físico, mas como um espaço de pertença, construído pelas recordações, pelas tradições e pela ligação entre as pessoas e a paisagem.

Ângela Franco

05 FEV 2016

Cartazes para as festas de Sto Amaro

Cartazes para as festas de Sto Amaro

EBSSC

14 JAN - 06 FEV 2016

Santa Cruz- Na Madeira da Simplicidade

Santa Cruz- Na Madeira da Simplicidade

Durante o mês de março, o autor percorreu o concelho de Santa Cruz, descobrindo e registando esses momentos em fotografia. Esta exposição fotográfica representa assim, o olhar do fotógrafo sobre os encantos naturais das paisagens de Santa Cruz, que considera ser um "concelho genuíno, cheio de desafios e de gente saudável".

Sobre a exposição:
"SANTA CRUZ - NA MADEIRA DA SIMPLICIDADE
Uma visita relâmpago a Santa Cruz, no passado mês de março, a convite do ISCSP, encontrou-me a percorrer este território ao jeito de uma ‘levada’ e a descobrir uma Madeira que eu não conhecia, a da simplicidade!
Com a preciosa ajuda do Luís Neto, do Tiago Perestrelo e da vereadora Élia Ascensão, conhecedores ímpares deste Concelho, durante três dias, cruzamos um município genuíno, cheio de desafios e de gente saudável.
Selecionei estas 40 imagens mas, também, quis desafiar o Tiago Perestrelo para se “equilibrar” na terceira sala desta exposição, com a sua sensibilidade fotográfica, para uma aventura mais conceptual.
Obrigado Santa Cruz!"

Sobre os autores:
Daniel Gil é fotógrafo, (v)ideógrafo e designer multimédia. Foi jornalista, dirigiu jornais, editou guias e livros, entre outros trabalhos na área da comunicação.
Tiago Perestrelo, em 2009 ingressou no curso de Fotografia no Ar.co - Centro de Arte e Comunicação Visual, tendo terminado o Curso Básico de Fotografia em 2014. Já expôs coletiva e individualmente na ilha da Madeira e em Lisboa. O seu trabalho já foi selecionado para o prémio emergentes dst dos Encontros da Imagem, em 2014.

Daniel Gil

24 SET 2015

Aqui, junto

Aqui, junto

Durante quatro sábados distribuídos pelos meses de Maio e Junho, aconteceu na casa da cultura de santa cruz | quinta do revoredo, um workshop de introdução à fotografia, ministrado pelo fotógrafo Tiago Perestrelo.
Nestas quatro aulas foram explanadas diferentes matérias relacionadas com a técnica fotográfica, a edição de imagem e a cultura artística.
Como resultado de toda esta aprendizagem, os participantes no workshop irão expor os seus projectos numa exposição intitulada " Aqui, junto " no dia 6 de Agosto por volta das 18h30 na CCSC.
Os trabalhos apresentados são reflexões autorais sobre os gostos das autoras, através das pessoas que as rodeiam, do imaginável e da envolvência natural da nossa ilha.
Esta exposição contará com a participação de Angela Franco, Marta Rosa, Paloma Moniz e Joana Martins.

Tiago Perestrelo

6 AGO 2015

Aguarelas

Aguarelas

Nas aguarelas de Charles Frederick Raleigh Blandy predominam as paisagens acidentadas, seja nas zonas montanhosas com encostas verdejantes e picos escalvados, seja nas zonas costeiras de caprichoso recorte. Nas raras ocasiões em que a figura humana aparece está sempre mergulhada na natureza. Evocam com verosimilhança os picos do interior da ilha, como as Torrinhas e o Pico Ruivo, a queda de água do Rabaçal, o litoral rochoso da ponta de S. Lourenço, de Santana ou dos arredores de Santa Cruz. As composições privilegiam, através da escolha do enquadramento, a irregularidade e os contrastes, sendo estes tanto de formas, como de distâncias e de luz, por vezes abrandada pela fugacidade das neblinas.
Estamos perante o tipo de “beleza pitoresca” teorizada por William Gilpin nos seus escritos da segunda metade do século XVIII e tão glosada no paisagismo inglês desde o romantismo aos seus prolongamentos naturalistas do século seguinte. Parte da observação do real, mas seleciona deste as situações potenciadoras de efeitos pictóricos baseados na variedade, na irregularidade e no lado agreste que a paisagem madeirense oferece em profusão.
Isabel Santa Clara

Charles Frederick Raleigh Blandy

25 JUN 2015

As notícias

As notícias

“As notícias | The news” é o tema das duas exposições de ilustração que se desdobram entre o piso 0 e o piso 1 da Casa da Cultura de Santa Cruz | Quinta do Revoredo.
As ilustradoras Rafaela Rodrigues e Tina Siuda desenvolveram narrativas visuais originais, com base no universo das publicações e criaram um conjunto de imagens com um carácter crítico, irónico e nonsense, características comuns no trabalho das duas.

Rafaela Rodrigues e Tina Siuda

12 FEV 2015

Vimes

Vimes


Tiago Perestrelo nasceu no Funchal em 1991. Em 2012 começou a estudar fotografia no Ar.co - Centro de Arte e Comunicação Visual, tendo terminado esse estudo em 2014. Em 2013, como aluno do 3º nível do curso de fotografia, fez a sua primeira exposição. Em 2014, participa na exposição colectiva "One Night Stand", em Lisboa. O trabalho que será apresentado na Casa da Cultura foi seleccionado para as Leituras de Portfólio do Laboratório de Fotografia do Carpe Diem Arte e Pesquisa, e também para o prémio Emergentes dst dos Encontros da Imagem.
VIMES

“Quando chego à Arema, tenho sempre de ir cumprimentar as pessoas que lá trabalham...”
Tiago Perestrelo
Quando digitei as coordenadas: N 32º 40´ 43.406" W 16º 51´ 3.783", por pura intuição sabia que as mesmas me iriam transportar ao “lugar”, a viagem inicia-se de barco em terra, imagens vagas como resultado de um deambular na arquitectura rosada e familiar, onde podemos observar que a ruína está associado ao olhar nostálgico de Tiago Perestrelo. Esta serie de fotografias relatam o que outrora foi um centro de produção que utilizava o vime como matéria prima, uma manufactura tradicional na ilha, que concretamente na Camacha (recordem-se as coordenadas) conheceu dias mais luminosos, o agora é um percurso inverso e fantasmático repleto de objetos dissecados pela memória, mas também pela matéria, do vime, dos homens, da contabilidade, dos ficheiros inacessíveis, do tal barco, da sauna construída por mero hedonismo, das vivências laborais que cruzam a familiaridade das mãos construtoras que operam num tempo em ralenti (CESTOS/CAIXAS/LUZ/SOMBRA/JAPÃO/CADEIRÕES/ZOOLÓGICO/FERRAMENTAS...DEDICATÓRIA) graças à actual produção do império global sem regras, guilhotina deslocalizada desta e de outras “industrias manuais” que agonizam por uma solução.
Em conversa amena com o autor, o mesmo relata: “Quando fotografei isto, parecia um espaço que conhecia”, o Relógio do Café marca o tempo e o espaço de um verão longínquo, talvez seja este desconhecimento vindo da imparcialidade da câmara fotográfica, um interface racional, vidro frio que tenta humanizar as relações, a isso denominamos de fotografia (não apenas uma escrita pela luz), a relação anímica entre câmara, olho e objecto que expande neste caso um sentimento de distância, desinibido pelo puro prazer visual, ainda que o precário e o estado de abandono desperte o sentimento romântico das fissuras e do que já não está.
12 de Novembro de 2014


Duarte Encarnação
Prof. Auxiliar
Arte & Multimédia
CCAH/UMa

Tiago Perestrelo

14 NOV - 14 JAN 2014/2015

A duas velocidades

A duas velocidades

Lucília Monteiro e Ana Marta

11 SET 2014

PATRISIG

PATRISIG

No âmbito do projeto PATRISIG, tradição e história à distância de um click, realizado ao abrigo do programa comunitário PRODERAM, para as freguesias da Camacha, Gaula, Água de Pena, Porto da Cruz, Caniçal, Jardim da Serra e Porto Santo, a Agência de Promoção da Cultura Atlântica (APCA) e a Câmara Municipal de Santa Cruz vêm por este meio convidar Vossa Excelência para a inauguração da exposição no dia 30 de Abril, pelas 18:30H na Casa da Cultura de Santa Cruz - Quinta do Revoredo, a qual ficará patente ao publico até ao dia 17 de Junho.

30 ABR - 27 JUN 2014

Exposição de pintura

Exposição de pintura

Guayana Tierra Mágica

13 JAN - 16 FEV 2014

Memórias

Memórias

Museu Photografia Vicentes

11 OUT - 10 NOV 2013

WITH LOVE

WITH LOVE

L'AGENZIA DI ARTE

05 SET - 06 OUT 2013

NAVIOS DA NOSSA MEMÓRIA

NAVIOS DA NOSSA MEMÓRIA

José Manuel Pimenta e José Luís Pereira

21 MAI - 16 JUN 2013