Foi apresentada ontem a proposta da Carta Municipal de Habitação de Santa Cruz, um instrumento que permite conhecer melhor a realidade habitacional do concelho e definir respostas para um dos desafios mais importantes da atualidade.
A Carta identifica, entre outras questões, a pressão crescente sobre o mercado habitacional, as necessidades de reabilitação do parque habitacional e a existência de 2.299 alojamentos vagos, representando 11,3% do total de alojamentos do concelho.
Para a Presidente da Câmara, Élia Ascensão, a política de habitação não pode limitar-se às situações de maior vulnerabilidade, devendo também responder às dificuldades sentidas por jovens, famílias e pessoas que trabalham e vivem em Santa Cruz.
A Carta articula-se com outros instrumentos que estão a ser preparados pelo Município, nomeadamente o novo PDM, o Plano de Mobilidade Urbana Sustentável e a regulamentação municipal do Alojamento Local, numa estratégia integrada para preparar o concelho para as próximas décadas.
“Não estamos apenas a planear casas. Estamos a planear território.” É este o compromisso assumido pelo Município: criar condições para que Santa Cruz continue a ser um concelho onde seja possível viver, trabalhar e constituir família com qualidade de vida.
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